
(Imagem Google)
Não adianta dizer que estarei, serei ou ficarei aqui... todas as promessas são vãs... e vindas de mim piores são.
Não quero o compromisso, tenho aprendido isso todos os dias, basta que me olhe no espelho para perceber que a constância não me é familiar.
Caminho em passos trôpegos, ébria, numa corda bamba mais fina que o normal, sem rede de proteção, cordas de segurança, sem segurança...
Não sei de mim futuro, e facilmente esqueço o eu passado, às vezes o sol é tão forte que abrir os olhos é difícil! O sol arde a pele, queima as pupilas... e já não quero forçar os olhos, hoje não os quero secos, não quero que nada os seque, antes, os quero úmidos a me transbordarem.

Eva, acho que o tempo nunca vai deixar de ser um dos nossos maiores inimigos.
ResponderExcluirSheila, muito bom ler-te novamente.
ResponderExcluirAbsorvo tamanho desgosto pelos dias, mas, 'o passado nunca morre, ele nem sequer é passado'; há nos rastros as notas reais que o ser esmiuça ilusões, vasta tristeza e aberturas - olhos banhados, e que fazem buracos nos órgãos, contudo o amadurecimento é vivo e contínuo.
Abraços
Priscila Cáliga
Então transborde e depois seque em poesia.
ResponderExcluirSimples,
T.
O sol entendeu o teu pedido... nos teus olhos transbordam rios de desejo!
ResponderExcluirBeijos meus,
AL